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18/04/2017

FRAUDE, FAVORECIMENTO E ATOS ILÍCITOS: CONHEÇA A VERGONHOSA TRAJETÓRIA DE CARLOS DA SILVA

Candidato a Conselheiro do CONTER tem histórico recheado de acusações de corrupção



Com a abertura do processo eleitoral para o 7º Corpo de Conselheiros do CONTER, diversos candidatos que almejam conquistar uma vaga de Conselheiro estão de olho no seu voto. Alguns concorrentes, no entanto, são velhos conhecidos na Radiologia, como é o caso do Sr. Carlos da Silva, figurinha carimbada, atuou de maneira desastrosa como presidente do SINTTARESP e Delegado do CRTR/SP - 5ª Região.

Carlos está envolvido em supostos casos de “venda” de bases territoriais, atos ilícitos, enriquecimento questionável, negligencia com a Categoria, além de ter respondido ação por improbidade administrativa movida pelo CONTER através do processo de n° 0010585-37.2014.4.03.6100.

Entretanto ao que parece, nem mesmo com o nome envolvido em inúmeros escândalos impediram Carlos de se candidatar ao cargo eletivo.

Diante disto, o SINTTARESP preocupado com o futuro da profissão e com os rumos que a Radiologia poderá tomar caso algum candidato oportunista assuma o cargo de grande importância como este, esclarecemos aos profissionais sobre a verdadeira realidade da carreira do “aspirante” a Conselheiro enquanto o mesmo era representante do Sindicato e do CRTR/SP - 5ª Região.

Presidência do SINTTARESP 
 
As irregularidades praticadas por Carlos da Silva deram início desde a posse ao cargo de Presidente do SINTTARESP. Em 2007, Aristides Daniel Ferreira renunciou ao cargo de dirigente do Sindicato transferindo a sua função diretamente a Carlos, que na ocasião atuava na Secretaria Geral Adjunta.

Entretanto, tal manobra foi encarada como uma mera “dança das cadeiras”, já que a prática está em total desacordo com Estatuto da entidade que estabelece a linha sucessória diretamente relacionada ao cargo que se ocupa, ou seja, em caso de impedimento deveria ser chamado ao exercício da presidência Nilson Valério Primo secretário geral e legítimo substituto da função, sendo assim Carlos jamais poderia assumir o cargo de comandante do Sindicato. 

Além disto, a partir do momento que for estabelecido o afastamento do cargo, o renunciante perde o direito das vantagens inerentes a sua função, porém sabe-se que Ari ainda mantinha um cargo na diretoria com fortes influencias sob a gestão da entidade sindical, mesmo tendo declarado que assumiria uma posição na Secretaria de Relações Intersindicais.

Isso nos faz questionar, porque Ari renunciou ao cargo e não permitiu que o seu sucessor assumisse a função? Quais razões levaram Aristides a designar Carlos para a presidência do SINTTARESP? Será que o cargo na Secretaria, seria somente uma estratégia utilizada de “fachada” para mascarar o verdadeiro papel que o mesmo ocupava?

Transferência de Base Territorial 
 
No final do ano de 2004, através de uma Assembleia Geral realizada no município de Ribeirão Preto, foi estabelecida a abertura de uma nova subsede do SINTTARESP. No entanto, Aristides ainda como Diretor Presidente transferiu a base territorial para o recém-fundado SINTTARAD-RPR, onde foram concedidos plenos direitos para que o novo Sindicato pudesse representar a Categoria do município. Do mesmo modo que posteriormente Carlos da Silva, que já atuava como Presidente do Sindicato, também repassou a base de Campinas e Região ao recém criado SINTTARCRE. 

Partindo do princípio da unicidade sindical que garante a existência de uma única organização sindical representativa da Categoria na mesma base territorial, a antiga gestão deveria instalar uma nova subsede do SINTTARESP e não ser conivente e facilitar a criação de novas entidades instituídas apenas para arrecadar impostos.

Além disto durante a transição, a antiga gestão foi responsável pelo envio de correspondências aos profissionais da Radiologia dos municípios, informando sobre o repasse da mensalidade sindical, entretanto, em momento algum foi identificado o número do código sindical da nova entidade, agindo em total desacordo com o Ministério do Trabalho que regulamenta a criação de novos sindicatos e obriga a instituições a dispor do número de identificação.

Concluímos, que Ari e Carlos facilitaram a abertura de novos sindicatos com a "doação" das bases territoriais de Ribeirão Preto e Campinas, o que nos faz crer que a transferência do patrimônio da Categoria foram repassadas visando somente o interesse individual dos envolvidos.

Isso nos deixa as seguintes questões: Será que a transferência de base territorial teria sido premeditada e com objetivo de se obter vantagens financeiras? Quem foram os verdadeiros responsáveis por essa suposta “VENDA” da casa do trabalhador? Qual foram os lucros monetariamente obtidos pelo repasse e transferências?

Ação Judicial
 
Mesmo diante de todas as irregularidades praticadas pelo candidato, que resultaram em um Sindicato inoperante e desvalorizado, Carlos da Silva após deixar o cargo que ocupava como presidente, ainda entrou com um pedido na Justiça, solicitando o direito de associar-se novamente ao SINTTARESP, porém o Ministério Público do Trabalho, indeferiu negando sua solicitação.

Então, questionamos: Se o próprio MP negou o requerimento de Carlos em ser sócio, como o mesmo tempos depois gostaria de voltar a se tornar presidente de uma entidade que ele não está autorizado nem mesmo ser associado?

Delegado do CRTR/SP - 5ª Região
 
Já como delegado no CRTR/SP - 5ª Região, Carlos da Silva foi um dos principais responsáveis pela invasão dos biomédicos na Radiologia de Santo André, já que fez “vista grossa” facilitando a entrada desses profissionais que não possuem habilitação e promovem uma batalha desleal no mercado de trabalho. Durante o período em que Carlos esteve à frente da delegacia, nenhuma medida foi tomada para proteger os profissionais da Radiologia.

Outro escândalo envolvendo o candidato foi a constatação das inúmeras ilegalidades praticadas pelos dirigentes do Conselho Regional durante os nove anos sob o comando de José Paixão de Novaes. Ao tomar conhecimento dos fatos, o SINTTARESP realizou diversas denúncias que acarretaram no afastamento do presidente da autarquia.

Em contrapartida, o Sindicato também entrou com um pedido na Controladoria Geral da União (CGU) solicitando que fosse realizada uma investigação de toda a diretoria e delegados daquela gestão. Identificada as irregularidades, o CONTER moveu uma ação pública por improbidade administrativa contra os membros, entre eles Carlos da Silva.

Além disto, conforme exposto no relatório de diárias e auxílio representação, Marcelo Alves e Carlos da Silva enquanto atuavam na antiga gestão do CRTR/SP - 5ª Região, arrecadaram uma verdadeira fortuna comparada aos ganhos reais. 

Marcelo que na época era assessor da presidência, recebeu em 2012 o montante de R$4.080 de diárias, sendo que o restante não foi encontrado nos arquivos. Já em 2013, Marcelo Alves embolsou cerca de R$8.500 de diárias. E ano de 2014, quando atuou como assessor, até o mês de Junho, adquiriu o valor de R$13.750,00 de diárias. Totalizando R$ 26.330,00 de recebimento de diárias entre os anos de 2012, 2013 e 2014.

O relatório, também, cita que não foram encontrados os controles de salários, e os únicos valores referentes a remuneração que foram localizados foram as férias, em abril de 2013, no valor de R$ 7.875,34 e a rescisão em setembro de 2014 de R$ 23.642,92. Logo Carlos da Silva, em 2013, recebeu a quantia de R$ 17.250,00 de auxílio representação e suprimento de fundos, e em 2014 ganhou a quantia de R$ 24.9000,00. O que somam um total de R$ 42.150,00 de recebimento de diárias entre 2013 e 2014.

Como se não bastasse em 2015, Carlos foi um dos responsáveis por criar, produzir e veicular conteúdos difamatórios nas redes sociais através de uma página de oposição ao SINTTARESP, que tinha como objetivo difamar e denegrir a imagem do Sindicato e de seu atual presidente Sinclair Lopes.

As eleições serão de fundamental importância para toda a Categoria, e esta será a primeira oportunidade que os profissionais da Radiologia terão para escolher seus representantes no Corpo de Conselheiros do CONTER.

Diante disso, o SINTTARESP destaca que o voto deve ser valorizado e ocorrer de forma consciente, onde devemos votar em candidatos com um passado limpo e com propostas unicamente voltadas para a melhoria da profissão.

É lamentável que ainda existam candidatos que mesmo com um passado sujo e repleto de corrupção ainda tentem conseguir votos para alcançar ou manter-se no poder. Com a exposição dos fatos que envolvem os candidatos, os eleitores poderão ver claramente quais são os seus posicionamentos e avaliar sua capacidade para ser representante da Categoria!

 
O SINTTARESP DEFENDE E SE COMPROMETE COM A TRANSPARÊNCIA E A VERDADE DOS FATOS!
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