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publicado em 24/08/2021

ATUALIZAÇÕES SOBRE A CAMPANHA SALARIAL DE 2021

Sindicatos patronais dificultam reajuste para a categoria
Mediante as dificuldades que os sindicatos patronais impõem para reajustar os salários de seus funcionários LINHAS DE FRENTE no combate à pandemia da Covid-19, o Sinttaresp recusa as propostas do Sindhosp e do Sindhosfil.

O Sindicato patronal Sindhosp não se compadece dos trabalhadores. A proposta de aumento oferecido é inaceitável, uma grande ofensa aos trabalhadores. Um verdadeiro descaso com a profissão. Haja visto que um trabalhador não consegue ao menos manter um plano de saúde digno para os momentos de aflição (para si próprio e seus dependentes), sendo que, os mesmos trabalham para hospitais da rede particular.

A proposta é absurda, ainda mais nos tempos em que estamos, de pandemia e com grande inflação, em que produtos essenciais e de grande consumo – arroz, feijão, carne, gás e gasolina – estão cada vez mais caros e comprometem grande parte do salário dos trabalhadores.

A inflação está afetando cada vez mais a vida dos trabalhadores brasileiros. O preço do arroz e do feijão, por exemplo, estão exorbitantes e salários baixos sem reajustes dificulta ainda mais para todos.

O preço do gás em vários locais do país ultrapassa os 100 reais e a gasolina acompanha o índice inflacionário chegando hoje a praticamente 7 reais por litro.

Uma proposta em que consiste no parcelamento do reajuste não pode ser levada a sério pela profissão e é essencial a mobilização da categoria para conseguir seus objetivos, pois os patrões sempre colocarão imposições de diversas naturezas para não pagarem nem o mínimo para os trabalhadores. Como está ocorrendo!

Já o Sindhosfil não se pronunciou sobre uma proposta de reajuste salarial concreta.

Acostumado a propor um reajuste no mês de agosto com o índice de correção econômica de julho, o Sindhosfil está esperando o dia 5 de setembro para fazer qualquer proposta. Possivelmente esperando o índice de correção econômica ser menor para fechar acordo e pagar o mínimo do mínimo.

Um verdadeiro descaso do Sindosfil, um dos sindicatos de maior poder aquisitivo de São Paulo, que tem grande poder e influência e se nega a dar o mínimo que o trabalhador necessita para a sobrevivência. Um reajuste digno, em que o trabalhador possa fazer uma compra digna para seu sustento no supermercado.

Em contrapartida – e mesmo com a crise –, o LINOSESP (Sindicato das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Filantrópicos da Baixada Santista e Litoral Norte do Estado de São Paulo), reajustou os salários de seus funcionários com o INPC de 9,85%, concedido em parcela única.

O LINOSESP reconheceu que isso é um direito da categoria, linha de frente na pandemia e de suma importância na área da saúde.

O Sinttaresp não consegue entender a dificuldade enfrentada por Sindhosp e Sindhosfil em querer repassar o reajuste salarial oferecido, uma vez que o Linosesp repassou o INPC em parcela única.

A pandemia afetou a todos, trabalhadores e patrões. Todos sentiram os seus efeitos. No entanto o Linosesp, que também sofreu com as consequências da covid-19, se mostrou solidário para com os trabalhadores aplicando o reajuste integral.

O Sinttaresp, frente a estas propostas inaceitáveis, orienta a categoria a fazer GREVE BRANCA (em que os empregados param de trabalhar, mas ficam em seus postos) na luta pelos seus direitos!

Recomendamos que os trabalhadores façam corpo mole e não sejam coniventes com estes patrões que não querem sequer ofertar o mínimo necessário.

Se você, trabalhador, tem consultas médicas pendentes e exames, não hesite em pegar atestados. Já que o patrão não se importa com você, não há necessidade de se importar com o patrão!

A greve é a única alternativa para sermos ouvidos pelos patrões!!!

A mobilização de todos se faz urgente na luta pela campanha salarial. Nós, técnicos e tecnólogos em radiologia não queremos palmas, pois já não bastam. Queremos comida no prato com um reajuste salarial digno.

SINDICALIZE-SE, JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Secretário de Imprensa
Georges Ken Norton de Oliveira


Segue, como forma de esclarecimento à categoria, a proposta do Sindhosp e a resposta do Sindhosfil, respectivamente:




 
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